Djalma Pinheiro

Ah, se eu fosse um poeta....

Textos


A história é fatal...

 

A história é fatal...

 

"Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade"

Buda

 

Não foi 31 de março e sim 1 de abril, que o golpista de carteirinha Olímpio Mourão Filho foi um militar conhecido como o autor do Plano Cohen, documento utilizado para justificar o golpe do Estado Novo em 1937, e, à frente da 4.ª Região Militar/Divisão de Infantaria (4ª RM/DI), como precipitador do golpe de Estado de 1964.

 

Atingiu a patente de general-de-exército e terminou a carreira presidindo o Superior Tribunal Militar (STM) em 1967–1969. que se deu o golpe que perdurou por 21 anos massacrando o povo se iniciando por Juiz de Fora/MG, com roubos, falcatruas que eram silenciadas pela censura imposta, foi uma época realmente em que o país esteve mergulhado na escuridão, onde o povo ia sendo enrolado com uma falsa prosperidade isso fazia com o que o trabalhador acreditasse e os que tentavam mostrar as verdades eram presos, torturados e muitos mortos tendo alguns destes familiares até hoje não tenho o direito de enterrar seus corpos.

 

Fico imaginando como é a vida dos descendentes de torturadores e golpistas que já partiram deste mundo o qual nem deveriam ter vindo, pois negaram as suas próprias existências, praticando todo os tipos de maldades que a mente humana possa conhecer, mas é sabido que infelizmente alguns destes descendentes até hoje vivem usufruindo da dor alheia e muitos deles até sentem orgulho de ostentar sua riqueza arrancada através da dor alheia, pois foram e são riquezas amealhadas por meio escusos que mereciam sim as terem perdido.

 

Muitos dos golpistas eu os vejo como seres perdidos em falsas informações ou seja mentiras que hoje em dia se conta nas redes sociais e as verdades tentam esconder, como por exemplo os MERCADORES DA FÉ, que enriquecem as custas de um povo sofrido que a eles dão um dizimo que só os enriquece pois os MERCADORES DA FÉ, moram em mansões e quase que a totalidade dos que eles exploram quando muito conseguem pagar um aluguel, vão aos cultos alguns a pé e muitos em conduções precárias e os MERCADORES DA FÉ, em seu luxuosos automóveis a maioria importados e de luxo.

 

Muitos destes golpistas usam e abusam da mente do povo induzidos a praticarem atos que em sã consciência não teriam coragem e muitos até a pouco tempo abominavam, como os praticados não contra um Presidente eleito e sim contra a nação brasileira, depredando o seu próprio patrimônio e hoje vivem muitos encarcerados ou no mínimo com tornozeleira eletrônicas como criminosos, envergonhando suas famílias e seus descendentes e onde se viram abandonados pelos que os induziram a este insulto a nação brasileira a sua nação.

 

Ai que mais uma vez lembro de Buda "Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade", afirmando que a história certa pode demorar mais aparece como as falcatruas, roubos e torturas que os verdadeiros golpistas tentam esconder e vamos a elas durante um regime ditatorial que perdurou por 21 anos.

 

Contrabando na Polícia do Exército - A partir de 1970, dentro da 1ª Companhia do 2º Batalhão da Polícia do Exército, no Rio de Janeiro, sargentos, capitães e cabos começaram a se relacionar com o contrabando carioca.

 

O capitão Aílton Guimarães Jorge, que já havia recebido a honra da Medalha do Pacificador pelo combate à guerrilha, era um dos integrantes da quadrilha que comercializava ilegalmente caixas de uísques, perfumes e roupas de luxo, inclusive roubando a carga de outros contrabandistas.

 

Governadores biônicos e sob suspeita - Em 1970, uma avaliação feita pelo SNI ajudou a determinar quais seriam os governadores do Estado indicados pelo presidente Médici (1969-1974).

 

No Paraná, Haroldo Leon Peres foi escolhido após ser elogiado pela postura favorável ao regime; um ano depois, foi pego extorquindo um empreiteiro em US$ 1 milhão e obrigado a renunciar.

 

Segundo o general João Baptista Figueiredo, chefe do SNI no governo Geisel, os agentes teriam descoberto que Peres “era ladrão em Maringá” se o tivessem investigado adequadamente.

 

Na Bahia, Antônio Carlos Magalhães, em seu primeiro mandato no Estado, foi acusado em 1972 de beneficiar a Magnesita, da qual seria acionista, abatendo em 50% as dívidas da empresa.

 

As comissões da General Electric - Durante um processo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em 1976, o presidente da General Electric no Brasil, Gerald Thomas Smilley, admitiu que a empresa pagou comissão a alguns funcionários no país para vender locomotivas à estatal Rede Ferroviária Federal, segundo noticiou a “Folha de S.Paulo” na época.

 

Em 1969, a Junta Militar que sucedeu a Costa e Silva e precedeu Médici havia aprovado um decreto-lei que destinava “fundos especiais” para a compra de 180 locomotivas da GE. Na época, um dos diretores da empresa no Brasil na época era Alcio Costa e Silva, irmão do ex-presidente, morto naquele mesmo ano de 1969. Na investigação de 1976, o CADE apurava a formação de um cartel de multinacionais no Brasil e o pagamento de subornos e comissões a autoridades para a obtenção de contratos.

 

 

Hidrelétrica de Itaipu - A maior produtora de energia elétrica do mundo provavelmente também foi a obra em que mais se desviou verba pública durante o regime militar.

 

Em 1979, o embaixador José Jobim foi encontrado morto com uma corda no pescoço. Sua filha afirma que uma semana antes ele estava na posse de João Figueiredo e havia anunciado que escreveria um livro sobre a corrupção na construção da usina. Jobim participou do empreendimento indo ao Paraguai para negociar as turbinas com a empresa Siemens.

 

 

General Newton Cruz, caso CAPEMI e o dossiê Baumgarten - O jornalista Alexandre von Baumgarten, colaborador do SNI, foi assassinado em 1982, pouco depois de publicar um dossiê acusando o general Newton Cruz de planejar sua morte – segundo o ex-delegado do Dops Cláudio Guerra, em declaração de 2012, a ordem partiu do próprio SNI.

 

A morte do jornalista teria ligação com seu conhecimento sobre as denúncias envolvendo Cruz e outros agentes do Serviço no escândalo da Agropecuária CAPEMI, empresa dirigida por militares, contratada para comercializar a madeira da região do futuro lago de Tucuruí. Pelo menos US$ 10 milhões teriam sido desviados para beneficiar agentes do SNI no início da década de 1980. O general foi inocentado pela morte do jornalista.

 

PAULIPETRO - “Rouba, mas faz" foi o slogan de ninguém menos que Paulo Maluf, que teve empresa criada para a perfuração de petróleo enquanto foi governador de São Paulo. Depois de perfurados 69 poços, constatou-se que não havia petróleo algum e que R$ 4 bilhões foram gastos na "empreitada". Belo presente da ditadura militar, tão aclamada pelos saudosistas dos coturnos e uniformes verde e amarelo, proporcionou à política brasileira.

 

Delfim Neto e a Camargo Correa - Delfim Neto foi ministro da Fazenda durante o governo Costa e Silva, no governo Médici, embaixador na França durante o governo Geisel era ministro da Agricultura no governo Figueiredo.

 

Sobre ele pesam as suspeitas, também abafadas pela censura e pelo encobrimento de tudo o que ocorreu durante os governos militares, de ter facilitado a Camargo Correa na construção de outras duas hidrelétricas, de Água Vermelha (MG) e de Tucuruí. As denúncias foram publicadas em no livro "Ditadura Acabada" de Élio Gaspari.

 

Ponte "Costa e Silva" (Rio-Niterói) - O primeiro grande empreendimento faraônico dos militares, a Ponte Rio-Niterói demorou 5 anos para ser entregue e passou por dois consórcios diferentes.

 

O general Costa e Silva, que "humildemente" deu o próprio nome à ponte, licitou a Construtora Ferraz Cavalcanti, a Construtora Brasileira de Estradas, a Empresa de Melhoramentos e Construções S.A. e a Servix Engenharia S.A, que entregariam a obra por 238 milhões de cruzeiros em 1971.

 

Com o atraso nas obras e inúmeros acidentes que levaram a morte de muitos operários, o ministro dos Transportes, Mário Andreazza, da alta cúpula das obras faraônicas dos militares, adiou a inauguração e entregou a obra para a Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Construtores Rabelo Sérgio Marques de Souza. Segundo O Globo, a obra terminou custando US$ 674 milhões de dólares na época. Já segundo a IstoÉ, o empreendimento teria ficado em R$ 5 bilhões.

 

Difícil saber o número exato quando os militares escondem as informações e censuram a imprensa.

 

Golpe militar financiado por Caixa 2 Em 2014, o coronel reformado Elimá Pinheiro relatou à Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo que os militares receberam financiamento através de caixa 2 de empresas.

No caso relatado Raphael de Souza, presidente da Federação das indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), teria pago o equivalente a, nos dias de hoje, R$ 9,5 milhões para comprar o apoio do general Amaury Kruel, que comandava o 2º Exército em São Paulo e havia sido Ministro da Guerra de João Goulart.

 

Segundo o depoimento, "Cada um trazia duas maletas, uma em cada braço. No total, seis maletas. (...) Mandei abrir. Começou uma briga, mas olhei e vi que era só dólar, dólar, dólar. Todas elas cheias de dólares.

 

Amarradinhos do banco, aqueles pacotes de depósito bancário. Um milhão e 200 mil dólares." Kruel jurava lealdade a Jango e rapidamente mudou de lado. "Ninguém doava dinheiro de lucro" disse Paulo Egydio Martins, ex-governador de São Paulo e presidente da Associação Comercial de São Paulo na época.

 

É muita sujeira que ficou anos escondidas por debaixo do tapete da ditadura com muitos militares de alta patente ajudando por culpa ou por vergonha de levantarem o tapete para fazer o certo por a limpo todas as covardias feitas com o povo, pois só postei algumas, mas tem muito mais.

 

Como o caso Lutfalla, as mordomias do regime, Delfim e a Camargo Corrêa, Caso Coroa-Brastel, Grupo Delfin, Fraude do Farelo e muitas outras falcatruas onde corruptos foram não se sabe a que custo protegidos pela ditadura e alguns até ganharam cargos de Governadores e Senadores Bionicos, chega a me dar náuseas tendo como Escritor ter que lembrar ao povo brasileiro tudo isso, mas é necessário o povo de bem mais uma vez não cair na lábia destes lobos em pele de cordeiro e onde grito a plenos pulmões DITADURA NUNCA MAIS.

 

É isso que costumo citar Buda "Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade"

 

Djalma Pinheiro – Um escritor brasileiro com muita honra.

 

 

Djalma Pinheiro
Enviado por Djalma Pinheiro em 31/03/2026
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